fechamento dos riscos: pytest 5, Rust vácuo, MSB1011, identidade de pid, -k e CI - #6
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…em string O strip de comentarios rodava antes da maquina de estados, entao um '#' dentro de aspas simples cortava a linha e desbalanceava o estado. Agora comentarios e strings saem numa unica varredura de caracteres, com estado de aspas simples e duplas atravessando linhas. Auto-teste com script sintetico em heredoc.
find|xargs quebrava um nome com espaco em varios argumentos: uma string morta escondida num arquivo assim passava batido. A varredura agora e NUL-safe de ponta a ponta e a raiz virou parametro, o que permite o auto-teste num mktemp -d. Nome com quebra de linha continua fora de alcance, por comentario.
A lista fixa nao alcancava uma reference nova que passasse a mandar rodar o gate. Agora ela sai de quem menciona scripts/gate.sh, com piso obrigatorio nos tres arquivos atuais para a invariante nunca virar vacua. READMEs ficam de fora de proposito: apresentam a skill, nao guiam o passo a passo.
…otal O caso do arquivo nao rastreado exigia a saida inteira do porcelain igual a '?? c.txt': qualquer entrada extra e ruido, nao quebra da propriedade. Agora ele exige a linha presente. Onde o vazio E a propriedade (casos 1, 2, 4 e 5) a igualdade continua.
pytest sai 5 quando não coleta nenhum teste. O gate lia isso como falha e reprovava um repo cuja suíte mora em outro lugar — o oposto do que o cap YELLOW existe para fazer. run() passa a aceitar a forma estendida <kind>:<rc>:<stack>: aquele rc vira "nada coletado", não vermelho. O watchdog continua com prioridade absoluta: 124 sai 4 antes de qualquer outra classificação.
'cargo test' num crate sem nenhum teste sai 0 dizendo "0 passed", e o gate contava isso como suíte verde — a mesma armadilha que o Go já cobria. Agora exige evidência antes de rodar: um .rs sob tests/ ou um #[test] / #[cfg(test)] nas fontes, sempre ignorando target/, que é saída de build. Sem evidência, cargo test não roda e o veredito cai no cap YELLOW.
O timeout do coreutils manda só TERM. Um check que ignora o sinal continua vivo e o gate espera por ele para sempre — justamente o caso que o watchdog existe para cobrir. Passa a usar -k 2, que agenda o KILL 2s depois, a mesma escalada que o backend perl já faz na mão. Nem todo timeout entende a flag (o do BusyBox não), então a capacidade é sondada uma vez na resolução do backend, com um comando que não trava. Sonda que falha — inclusive por falta de 'true' no PATH — cai no comportamento de hoje, sem a flag.
…evivente Entre o snapshot da árvore e a varredura pós-kill existe a janela do TERM→KILL, 2s em que o sistema pode reciclar um pid da lista. O que morresse ali e voltasse como outro processo levava TERM e KILL sem ter relação nenhuma com o check. O snapshot passa a guardar o start time de cada processo (ps -eo pid=,ppid=,lstart=) e a varredura repete o ps: só sinaliza pid cujo start time ainda confere. Parse por regex de "dois inteiros e o resto", porque lstart tem largura variável e quebra qualquer divisão por campos. Onde o ps não entende lstart (BusyBox), nenhuma linha casa e o watchdog volta ao formato antigo, sinalizando por pid — degradação, não falha. Custo: um ps a mais, e só quando o timeout dispara.
…raiz Uma raiz com .sln e .csproj de nomes-base diferentes faz o 'dotnet build' sem argumento morrer com MSB1011 — o gate dava RED num repo que compila. Com exatamente uma solução não há escolha a fazer: o gate a nomeia. Duas ou mais é decisão real e ele se abstém; um .csproj sozinho já não é ambíguo, e por isso só sln/slnx entram na conta.
Os três globs fixos perdiam um projeto de teste em src/App/Tests/ e contavam como suíte um marcador esquecido em bin/. A varredura agora desce cinco níveis podando bin, obj, node_modules e .git. O /dev/null no grep evita que ele leia stdin quando a varredura volta vazia, e o head -1 fecha o pipe no primeiro acerto.
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Rodada de fechamento: os 13 riscos ainda abertos (K1-K13) viram correção testada ou contrato especificado. Nenhum fica em "aceito e documentado" sem teste.
Defeitos confirmados por execução e corrigidos
pytestque não coleta nada sai 5 — o gate dava RED falso em repo saudável. Agora é cap YELLOW ("no tests collected"), e se o pytest era o único check, exit 3 com gate manual.cargo testem crate sem testes sai 0 — GREEN vácuo, o mesmo defeito já corrigido em Go e .NET. Agora Rust exige evidência (tests/*.rsou#[test]no fonte,target/evendor/fora), validado com o cargo real do host nos dois sentidos..sln/.slnxna raiz o gate a passa explícita ao dotnet. Validado em container com SDK 8.0 real: a fixture que dava RED falso passou a YELLOW cap, e uma solução com testes emsrc/App/Tests/que o gate antigo ignorava agora dá GREEN de verdade.find -maxdepth 5com prune debin/obj— projeto de teste fundo aparece, artefato de build não conta.Watchdog
-k 2quando o backend suporta (probe único na resolução): processo que ignora TERM não trava mais o gate. Backend sem-kdegrada limpo, e as duas formas têm teste.lstart(BusyBox) testado com stub, e o caminho sempsnenhum também.Suítes e CI
#dentro de string (necessário para o padrão#[test]do Rust); varredura NUL-safe; arquivos de protocolo derivados por grep com piso obrigatório; asserts do rollback por linha exata./bin/bash3.2 de fábrica, checkout pinado por SHA,contents: read.